Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Uma grande amiga minha que o diga, mas o meu mote não é esse.
Professores. Os mais “intelectuais” são os mais complicados de se lidar. Os pseudo-intelectualóides se colocam acima da maioria dos alunos, se coloca com uma postura humilde, mas não é isso que ao longo do trabalho demonstra. Vomita meia dúzia de pensadores, julgando que nunca li nenhum. Foi aí que desisti de brigar, uma pessoa que me subjulga assim não é digna o suficiente para que eu trave um embate. Já tive várias oportunidades de entrar num arranca-rabo com a dita cuja, mas não vale a pena, mas legal seria convidá-la para uma reflexão sobre humildade, respeito e consideração aos gostos pessoais. Acredito que ela já percebeu que meu santo não bate com o dela. Hoje, não fui eu o agressor, foi uma colega de sala que a atacou. Não concordei com a abordagem nem argumentos da minha colega, mas confesso que me diverti ao ver a tal intelectualóide vermelha de raiva falando de respeito. Claro que aproveitei para de uma forma bem subjetiva e indireta falar como os professores se acham e ainda na frente dela os tirei desse pedestalzinho de bosta.
Essa foi a professora mais sem-noção da faculdade até agora. Toda aula é um martírio. Aliás, estou na metade do curso e menos da metade das matérias foram interessantes. A proposta da faculdade é boa, mas os professores baseado no anseio da maioria dos alunos se contenta com a mediocridade.
Meu saco vai estourar antes do fim do curso???
O que você faria no meu lugar, se eu soubesse todos os seus segredos?
“O que é meu é meu, o que é seu é nosso!”
Essa frase costuma ser usada em tom de brincadeira referindo-se a casais, mas na minha modesta opinião essa frase pode ser estendida a inúmeras outras situações. Você convive com pessoas que aparentemente são bacanas, inteligentes e conscientes, à primeira vista. Um pouco mais de relacionamento, junta os panos, os pratos e copos e percebe-se que é “cada um por si e se tiver sobrando é meu”. Aquele zê-lo mínimo vai por água abaixo(se o ralo não estiver entupido) e as pessoas se isentam de culpa. Claro, culpa não há, mas custava ter cuidado mais um pouquinho? Ter pensado um pouco mais nos outros?
Agora, que eu visualisei um micro-ambiente, me dá medo em pensar essa pessoa em uma situação macro. E mais receio ainda quando você vê que são vários e vários iguais, mas uns mais iguais que outros.
E a consequência, camarada, é para todos.
“Eu te disse, eu te disse. Você devia ter me escutado, mas eu te disse.”
Esse era o finalzinho do desenho “Carangos e Motocas”(Wheelie and the Chopper Bunch) que passou no Brasil na década de 80, um dos poucos que me dá saudades.
Mas a questão desse artigo não é esta. A questão é que, infelizmente, mais uma vez eu estava correto. O prazo de 72hs pedida pela assistência técnica para avaliar o meu aparelho celular não foi respeitada e eles não tem prazo para me dar o laudo. Isso não é nem o conserto não… É só para descobrir o que tem que arrumar. Eu não disse que o problema só estava começando?
Ao menos, ao procurar uma ilustração para esse artigo, acabei achando no Youtube os desenhos animados do Wheelie que tenta conquistar a Rota e sempre tem que competir com as motocas que querem o mesmo, à qualquer custo.
Eu te disse, eu te disse.
Hoje é o dia internacional da cobrança! Definição essa baseada no diálogo inicial do meu dia com uma fulana.
- Bom dia, fulana!
- Bom dia por quê? Não é só bom dia, tem que ser bom dia e parabéns!
- Parabéns por quê?
- Porque hoje é o dia internacional da mulher.
- Ah! Então vamos comemorar o fato de você ter nascido com dois cromossomos X, se discriminando de mim por ter nascido com um X um Y?!
- Você é um saco!
E o chato sou eu.
Vou levar o meu telefone celular à assistência. 5 meses de uso e ele já apresenta problema. Acho que problema mesmo eu vou ter a partir de agora.
Tá bom não.
Rodrigo Medeiros, 30 anos, estuda administração na Faculdade Pitágoras, trabalha como Gerente de Projetos na Open Corporate, mora em Belo Horizonte, MG - Brasil.