Só para esclarecer, desde o último domingo há menos uma vovó no mundo.
Recebemos a notícia e em menos de 1 hora estávamos saindo de Belo Horizonte para Niterói, no Rio de Janeiro, para o velório e no meio da viagem recebemos a notícia que enterro se daria no mesmo dia. Para piorar, mal daria tempo de chegarmos. Fiquei meio puto pois descer a serra perto de Petrópolis, em alta velocidade, é perigoso pacas. Chegamos meio em cima da hora, mas chegamos. Resolvemos tudo e está tudo certo agora.
Esclarecendo: Não gosto do Rio de Janeiro! Não gosto e pronto acabou. Não tente me convencer do contrário mas não leve isso como uma ofensa pessoal. É algo tipo não gosto de comer brócolis mas como porque é saudável, sabe como? Vou ao Rio de Janeiro por obrigação e só, me sinto muito desconfortável.
Pode ser o terror da televisão mas faz um tiquinho de sentido, olha só:
O velório foi às 16:30hs porque mais tarde que isso o cemitério não garante segurança de quem vai lá e assaltos já aconteceram e podem acontecer. Estilo arrastão no cemitério.
Dessa vez fui ao Rio de Janeiro e enquanto abastecia o carro fiquei olhando um casal andando tranqüilamente e eu ali desconfortável. Me senti um peixe fora d´água. Vi toda a família de parte de pai que mora lá, morar lá há anos e eu não consigo me imaginar 5 dias vivendo naquela cidade. Me impressiona o tamanho, as super vias de acesso que atravessam a cidade e a falta de controle do Estado em garantir a minha segurança. Será que é porque eu assisti nessa semana um cabo da PM executando um cidadão? Tá certo que esse monstro eu não consigo generalizar para toda a corporação, mas até onde eu sei quem presta e quem não presta?
Sei lá. Decepção. Belo Horizonte está a um passo de se tornar o que é o Rio hoje, assim como várias capitais brasileiras.
Estou de saco cheio de ser refém. Refém da polícia, dos bandidos e dos nossos medos fomentado pela televisão. E até quando a imprensa está prestando um serviço à população.
Quantos questionamentos, não é mesmo?
A piadinha é velha. O cenário normalmente é uma loja de discos, alguém sem noção procurando uma música que não sabe cantar e fica no lalalalala com o atendente fazendo uma cara de dar dó. Já virou até propaganda. Já virou serviço oferecido por operadoras de celular. E agora tem até site que reconhece os seus lalalalala. O Midomi é um site com uma estrutura ninja para reconhecimento de músicas. Ele quase reconhece um batuque na mesa. Funciona assim mesmo, você canta no seu microfone, ele reconhece a música e ainda te oferece para comprar, só que as versões dos artistas originais e não isso que você chama de cantar.
Você pode ficar no lalalalala ou criar um perfil e gravar os seus desafinos permitindo a todo mundo apreciar o seu dom. Quem sabe uma gravadora não o descobre?
É divertido ver a performance dos outros para aquela música também.
Vimos o novo serviço do Google, o Maps Street View e infelizmente ainda não cobre muitas regiões… Na verdade cobre meia dúzia de cidades americanas. Mas o mais divertido é ficar tentando imaginar como aquilo foi feito. Levantamos uma hipótese e acertamos em cheio. Olha na foto abaixo o brinquedinho.

Esse na verdade é um produto da Immersive Media. Uma câmera que captura imagens em onze ângulos, conseguindo fotos panorâmicas de 360º, simultaneamente acoplado a um GPS consegue exatamente a posição geográfica daquelas fotos. Fácil, né?
Ainda não tive tempo de brincar com o serviço, aliás, esse post vai funcionar quase como um Bookmark. Só assisti ao vídeo e soltei um putaqueopariu sem perceber, só percebi a gafe quando todo mundo olhou para mim no trampo. Olha aí: Google Maps Street View.
Você assistiu ao filme A ilha? Se você conseguiu assistí-lo em DVD e viu os extras, está sabendo que toda a tecnologia do filme, do barco ao computador controlado no tampo da mesa, é plenamente plausível. A produção do filme se aconselhou com engenheiros e executivos da Microsoft para ver até onde eles podiam ir na tecnologia em um filme “futurista”. A Microsoft assinou embaixo e a todo momento vemos a marquinha da MSN durante o filme. Agora para comprovar a empresa acaba de anunciar o seu Table PC, chamada de Surface? Preço previsto para lançamento: US$ 10.000,00. Nada mau, hein?
Outro vídeo demonstrativo aqui e uma reportagem bem bacana aqui.
Não sei qual o objetivo desse site mas é meio paranóico a idéia de ficar clicando, clicando e clicando sem parar. Confesso que fui compulsivo e não quebrei meu mouse. Dei uns mil cliques, e você?
Rodrigo Medeiros, 30 anos, estuda administração na Faculdade Pitágoras, trabalha como Gerente de Projetos na Open Corporate, mora em Belo Horizonte, MG - Brasil.